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Mãe organiza vaquinha solidária para ajudar filho que tem anemia falciforme

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Mãe organiza vaquinha solidária para ajudar filho que tem anemia falciforme
Mãe organiza vaquinha solidária para ajudar filho que tem anemia falciforme

Esse pequeno na imagem é o Ítallo Bryan da Silva Ferreira, de cinco anos, ele está internado no Hospital Infantil de Imperatriz, e foi diagnosticado com anemia falciforme e conseguiu uma transferência para um hospital em São Luís.

Sua mãe está organizando uma vaquinha para que eles possam manter os custos e as despesas enquanto ele faz o tratamento na capital, pois no momento a família não consegue arcar com os gastos.

Além da anemia, ele também está com crise álgica, que faz com que ele sinta muitas dores pelo corpo. O menino também precisa de um transporte hospitalar adequado, que ainda não foi enviado. O Imperatriz Online encaminhou o caso para o município e aguarda resposta em relação ao transporte.

Para quem deseja ajudar na vaquinha, as doações podem ser feitas pela chave: 99991484193 no nome de Solange da Silva Ferreira, mãe de Ítallo.

Em relação ao transpote o município rtespondeu por meio de nota:

A direção do Hospital Municipal Infantil de Imperatriz (HMII/Socorrinho) solicitou o leito para a criança por meio do Sistema de Regulação, haja visto que a continuidade do tratamento é habilitado para o Hospital da Ilha, na capital São Luís e o Estado já garantiu a vaga. O transporte já está sendo providenciado, de acordo com a logística prevista pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus). A Direção da unidade está ciente e está a frente de todo o processo, desde que a criança deu entrada no hospital. A criança será transferida hoje (23).

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O que é anemia falciforme?

A anemia falciforme é uma doença hereditária que afeta os glóbulos vermelhos do sangue. Os glóbulos vermelhos normais são redondos e flexíveis, o que lhes permite movimentar-se facilmente através dos vasos sanguíneos. No entanto, nos indivíduos com anemia falciforme, os glóbulos vermelhos tornam-se rígidos, pegajosos e em forma de foice, o que dificulta sua passagem pelos vasos sanguíneos menores.

Essa mudança na forma dos glóbulos vermelhos pode levar a diversos problemas de saúde, como crises de dor intensa (crises vaso-oclusivas), danos aos órgãos, anemia crônica (porque os glóbulos vermelhos falciformes têm uma vida útil mais curta do que o normal) e maior risco de infecções.

A anemia falciforme é uma condição genética, ou seja, é herdada dos pais. Para que uma pessoa desenvolva anemia falciforme, ambos os pais precisam ser portadores do gene defeituoso. Quando ambos os pais têm o gene, há uma chance de 25% de cada criança concebida ter a doença.

Atualmente, não há cura para a anemia falciforme, mas existem tratamentos que podem ajudar a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas. Isso pode incluir transfusões de sangue, medicamentos para aliviar a dor e prevenir infecções, além de medidas para evitar complicações, como uma boa hidratação e cuidados com a saúde geral.

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