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domingo, abril 14, 2024
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Perícia diz que corpo encontrado em cova rasa estava amarrado e em “posição fetal”

O Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz está fazendo análises no corpo encontrado em uma cova rasa no quintal de uma casa abandonada na Vila Jackson Lago, em Imperatriz. O caso veio à tona depois que a polícia foi acionada e a perícia realizou os procedimentos iniciais de investigação no local. Ninguém foi preso até o momento, mas as autoridades seguem com as investigações.

Segundo informações fornecidas pelo perito responsável pela análise inicial, uma parte do crânio da vítima estava visível, fora da terra. A vítima foi enterrada em uma posição fetal, amarrada e sentada. Por causa do avançado estado de decomposição ainda não foi determinar a causa exata da morte.

As autoridades têm uma linha de investigação que sugere que o corpo pode ser de um morador da área desaparecido há quase duas semanas. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada e é preciso aguardar os laudos do IML para estabelecer a identidade da vítima.

A polícia segue investigando o caso, buscando pistas que possam levar ao esclarecimento do ocorrido. Vizinhos e possíveis testemunhas estão sendo interrogados, e câmeras de segurança próximas ao local estão sendo verificadas. 

No Brasil, o Código Penal estabelece que o homicídio simples pode ser punido com reclusão de seis a vinte anos. No entanto, dependendo das circunstâncias e agravantes, as penas podem ser maiores. Se for confirmado que o caso trata-se de um homicídio qualificado, por exemplo, a pena pode variar de 12 a 30 anos de reclusão.

Além disso, o crime de ocultação de cadáver é uma infração penal autônoma, prevista no Artigo 211 do Código Penal, que estabelece pena de reclusão de um a três anos. Se provado que a vítima foi morta e depois enterrada para que o crime não fosse descoberto, os responsáveis podem ser acusados tanto de homicídio quanto de ocultação de cadáver, tendo que responder por ambas as infrações.

A espera pelos resultados dos laudos do IML é acompanhada, tanto pela família do desaparecido quanto pelos moradores da área. A confirmação da identidade da vítima e da causa da morte serão importantes para o rumo das investigações.

Mônica Brandão
Mônica Brandão
Mestra em Gestão e Desenvolvimento Regional Aplicado à comunicação, jornalista formada pela UFMA e com 19 anos de atuação no jornalismos de Imperatriz. Diretora de Jornalismo do Grupo Mais Maranhão: Imperatriz Online, SLZ Online e Jornal Mais Maranhão.

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