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sábado, maio 18, 2024
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Criança é levada pelo CTA de Imperatriz para tratamento em São Luís

Uma criança portadora de cardiopatia congênita que estava internada na UTI do Hospital Municipal Infantil de Imperatriz, o Socorrinho,foi transportada por meio de um helicóptero para a cidade de São Luís.

A criança vai continuar o tratamento pelo SUS na capital do estado. Participaram da ação o diretor do Socorrinho e enfermeiro, Dirceu Castro e a médica Anna Carolina Morillas.

O piloto Messias Alves e o copiloto Cleuber Sousa. O transporte até a capital foi comandado pelo Centro Tático Aéreo (CTA).

O que é cardiopatia congênita?

Cardiopatia congênita é um termo usado para descrever um conjunto de anomalias  no coração que estão presentes desde o nascimento de uma pessoa. Essas condições ocorrem devido a anormalidades no desenvolvimento do coração durante a gestação do feto, antes do nascimento.

Esses problemas podem envolver a estrutura do coração (como válvulas, paredes ou vasos sanguíneos) ou a forma como o coração funciona. As cardiopatias congênitas podem variar em gravidade, desde condições leves e assintomáticas até condições graves que podem ser potencialmente fatais.

Alguns exemplos de cardiopatias congênitas incluem:

Comunicação interatrial ou interventricular: É quando há um buraco entre as câmaras do coração, permitindo a passagem do sangue de um lado para o outro.

Tetralogia de Fallot: Uma condição caracterizada por quatro defeitos cardíacos específicos, que podem resultar em má circulação de sangue para os pulmões e para o resto do corpo.

Estenose aórtica ou pulmonar: Estreitamento das válvulas que controlam o fluxo sanguíneo para fora do coração.

Transposição das grandes artérias: As artérias que transportam o sangue para o corpo e para os pulmões estão invertidas, levando a uma circulação sanguínea inadequada.

Coarctação da aorta: Uma parte da aorta (o maior vaso sanguíneo que leva sangue do coração para o corpo) é estreitada, dificultando o fluxo sanguíneo.

Muitas vezes, as cardiopatias congênitas são diagnosticadas durante a infância, mas em alguns casos, podem passar despercebidas até a idade adulta. O tratamento varia conforme a gravidade do defeito e pode incluir observação clínica, medicamentos ou cirurgia para corrigir as anomalias e melhorar o funcionamento do coração.

 Atualmente, existem avançados procedimentos médicos e cirúrgicos que permitem que muitas pessoas com cardiopatias congênitas tenham uma qualidade de vida significativa.

Vanessa Carvalho
Vanessa Carvalho
Acadêmica de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Membro da equipe de Jornalismo do Imperatriz Online.

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