Reintegração de posse de terras em Açailândia termina em confronto

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Reintegração de posse de terras em Açailândia termina em confronto
Polícia Militar continua nas terras tentando negociar com trabalhadores rurais
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Uma reintegração de posse no assentamento 50 Bis, no município de Açailândia, terminou em confronto entre trabalhadores rurais, que invadiram terras da empresa Suzano, e policiais militares,  que foram acionados para  impedir a invasão. Segundo a PM, três policiais, sendo um deles de Imperatriz, foram baleados, dois deles foram nas pernas e outro no ombro.

Testemunhas relataram, que um trabalhador rural também foi atingido e levado para o hospital. O caso aconteceu no início da noite de ontem (06).

Momento do confronto entre trabalhadores rurais e PM’s

Hoje pela manhã (07), um homem foi preso suspeito de ser o autor dos disparos contra os policiais. Com ele foi apreendido uma arma de calibre 12. 

Esta não é a primeira vez que os trabalhadores rurais invadem as terras. Outros conflitos já ocorreram na região, sendo necessário a intervenção da polícia.

A Suzano se pronunciou sobre o caso por meio de nota:

“A Suzano informa que está sendo novamente alvo de invasores profissionais em sua propriedade, no município de Açailândia – MA. Esta área foi objeto de duas reintegrações, a primeira em novembro de 2022 e a segunda em abril deste ano.

Os invasores, mais uma vez, persistem em desrespeitar as diversas decisões judiciais que reconheceram a ilegalidade da invasão e repetem o crime. Além do ingresso da propriedade privada, os invasores utilizam de armamento e desmatam floresta nativa em bioma amazônico, que a Suzano preserva naquela fazenda, atividades ilegais que geram danos ao meio ambiente e as comunidades do seu entorno.

Esta área é produtiva e a companhia havia retomado suas operações florestais de colheita no local.

A empresa reconhece a relevância da sua presença nas regiões onde atua e sempre prioriza o diálogo aberto e transparente, de maneira equilibrada. Em qualquer ação nos territórios onde está presente, a companhia prioriza relações amigáveis com as comunidades.

A empresa lamenta o ocorrido e reforça que segue rigorosamente a legislação brasileira e continuará atuando em suas atividades econômicas para contribuir com o desenvolvimento sustentável do estado, como também gerando investimentos sociais e ambientais em todo território.”

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