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sábado, setembro 25, 2021
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Maranhão tem 2200 doses de Coronavac interditadas pela Anvisa

As 2200 doses fazem parte de um lote, enviado ao estado do Maranhão, que foi produzido por uma fábrica na China que não tem certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, as doses não chegaram a ser distribuídas aos municípios e vão ficar retidas por precaução, como recomendou a Anvisa, até que seja comprovada a segurança para utilização das doses e ocorra a liberação federal. As doses que seguem sendo utilizadas na vacinação estão dentro dos padrões estabelecidos nacionalmente.

O Instituto Butantan alerta que a medida é apenas de precaução para que ocorra uma nova verificação e que não deve causar alarmismo na população.

Confira, na íntegra, a nota do Instituto Butantan:

O Butantan esclarece que a medida da Anvisa não deve causar alarmismo. Foi o próprio Instituto que, por compromisso com a transparência e por extrema precaução, comunicou o fato à agência, após atestar a qualidade das doses recebidas. Isso garante que os imunizantes são seguros para a população.

O Instituto Butantan encaminhou à Anvisa há 15 dias toda a documentação necessária para a certificação do processo de produção em que foram feitas essas doses. Por isso, tem convicção que ela será concedida em breve. Caso necessário, pode complementar a solicitação com mais dados, inclusive da Sinovac, caso a agência julgue necessário.

A vacina do Butantan é o imunizante mais seguro à disposição do Programa Nacional de Imunizações (PNI), por causa da sua plataforma de vírus inativado.

Todos os lotes liberados pelo instituto estão de posse do Ministério da Saúde, como firmado em contrato. Reafirmamos, no entanto, que todas as doses que saíram da unidade fabril estão atestadas pelo rigoroso controle de qualidade do Butantan.

Informa, ainda, que 6 milhões de doses da vacina do Butantan, que fazem parte de um lote de 12 milhões de imunizantes formuladas no site fabril da zona oeste de SP, aguardavam liberação da Anvisa. Na última quinta-feira (2), o órgão regulatório liberou e as mesmas foram expedidas na sexta-feira (3).

Esse pedido de liberação ao órgão regulatório aconteceu por uma mudança em uma das etapas do processo de formulação da vacina, que pode ocorrer no decorrer da fabricação. A fábrica onde é feita a formulação e o envase da CoronaVac são todas certificadas pela Anvisa, desde o final de

O Butantan convida a cúpula da Anvisa para voltar a conhecer as instalações das fábricas da Sinovac, na China, e reforça o seu compromisso com a saúde pública, que é comprovado ao longo de seus 120 anos de história.

Imagens de Notícias de Imperatriz
Mônica Brandão
Mestra em Gestão e Desenvolvimento Regional Aplicado à comunicação, jornalista formada pela UFMA e com dezesseis anos de atuação no jornalismos de Imperatriz.

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