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quarta-feira, julho 28, 2021
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Mega operação da PM desarticula parte de facção que ordenou roubo em joalheria

Uma mega operação do 14º BPM de Imperatriz prendeu em tempo recorde cinco pessoas suspeitas de participarem do assalto a uma joalheria no Imperial Shopping, na tarde dessa quarta-feira. Foram quase 10 horas de operação até a PM encontrar uma chácara, no Camaçari, utilizada por uma facção criminosa como base do grupo na região. O trabalho foi feito em conjunto pela Força Tática do 14º BPM com o Centro de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

No local, a polícia prendeu um dos envolvidos na ação criminosa e mais três homens que deram apoio no planejamento e execução do crime. A jovem e o segundo homem, que aparecem nas imagens divulgadas pelo estabelecimento, conseguiram fugir. Uma mulher grávida e um quinto homem também foram conduzidos para a delegacia. Na casa onde eles estavam, no Conjunto Vitória, a polícia localizou as jóias roubadas.

Armas, drogas e munições 

Na chácara que era utilizada como “Quartel General” do grupo criminoso, a PM apreendeu duas submetralhadoras utilizadas no assalto à joalheria, além de uma escopeta e um revólver calibre 38. Os policiais também apreenderam 18 quilos de pasta base de cocaína, além de diversas porções de crack. Uma máquina para fazer a prensa de drogas também foi apreendida.

O grupo também possuía dois coletes à prova de balas, balança de precisão, munições de diversos calibres, celulares e roupas que eram utilizadas para cometer os crimes.

Ordem partiu de presos faccionados 

As primeiras informações levantadas pelas forças de segurança de Imperatriz apontam que a ordem para o assalto à joalheira partiu de “cabeças” de uma facção criminosa com núcleo na região. O crime foi executado por três pessoas ligadas à organização criminosa. Duas delas ainda estão foragidas. O único preso tem 19 anos de idade e aparece de terno nas imagens do circuito interno de segurança.

A mulher grávida, presa durante a operação da PM, precisou de atendimento médico porque passou mal. O caso foi recebido na delegacia regional pelo delegado de plantão. Somente após o registro do flagrante, a Polícia Civil vai poder indicar para quais delegacias o caso deve ser encaminhado, já que envolve tráfico de drogas, assalto e receptação.

Ananda Portilho
Bacharela em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão, em Imperatriz. É repórter e âncora no Imperatriz Online. Apaixonada por futebol, animais e boas histórias.

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