Bancas de revista que já foram símbolo de cultura, hoje lutam contra a extinção, que caso aconteça, levará consigo histórias de vendedores que acompanharam toda a evolução da história. Atualmente, as bancas vêm passando despercebidas pela população, na medida em que aumenta o consumo de conteúdo através da internet.

A tradicional Banca do Chico, situada na Praça de Fátima, começou no inicio dos anos 70. Tendo o Sr. Francisco, atual proprietário assumido em 1982, mantendo o nome da banca. Confessou que gosta de leitura desde criança e que por isso decidiu vender revistas.

Seu Chico, fala que com a redução nas vendas de jornais impressos e até revistas, teve que se adaptar à evolução tecnológica que chegou com força para substituir o impresso. E para sobreviver, conta com a venda de produtos como apostilas para concurso público, livros e gibis. “Tem gente que gosta de estar com o papel na mão e mesmo com a baixa venda essas pessoas continuam a comprar jornal impresso”,  Afirma Seu Chico.

Para Carlos Gabi, um dos clientes da banca, além das revistas, o ponto de seu Chico virou um ponto de encontro tradicional entre amigos para conversas e debates em Imperatriz.

Nesses quase 40 anos de banca na Praça de Fátima, ele deixa um legado cultural de leituras através das várias gerações que por ali passaram e para aqueles que frequentam o lugar para ler, se distrair e conversar.

Perguntado sobre que mensagem quer deixar para a população de Imperatriz, Sr.Chico é enfático:

Nunca parem de ler, a leitura trás conhecimento e sabedoria. Não abandonem as bancas de revista, nem deixem de ler os jornais impressos. Estaremos sempre prontos pra atender bem e indicar uma boa leitura à todos os que aqui vierem.

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