O evento reuniu palestrantes de todo o país no auditório do Palácio do Comércio

 

Com o objetivo de estimular a reflexão sobre o papel médico no atendimento pré-hospitalar e hospitalar aconteceu nos dias 01, 02 e 03 de Novembro o terceiro Congresso Norte Nordeste de Doenças Crônicas e Infectocontagiosas (Connedoci), Promovido pela Associação dos Portadores de Epilepsia do Estado da Paraíba (ASPEPB) e Projeto Epilepsia na Sociedade, o evento visa principalmente à melhoria contínua das atividades do médico juntamente com a equipe multidisciplinar, e contou com apresentações e premiações no auditório do Palácio do Comércio de Imperatriz.

O evento reuniu na ocasião palestrantes de todo o país, discutindo diversos temas: osteoporose em várias fases da vida, Insuficiência Cardíaca Congestiva, Hepatites Virais, Pericardite pós Tuberculose, Miocardiopatia Chagásica, Manifestações Oftalmológicas das Doenças Sistêmicas, Doenças Exantemáticas, Síndromes de Crescimento Linear, Câncer de Pulmão e Cardio-Oncologia.

Um dos vencedores do congresso, aluno do curso de medicina do Ceuma Imperatriz, Edem Oliveira Milhomem Filho, ganhou em primeiro lugar na categoria revisão de literatura, na qual ele trata dos recentes trabalhos que utilizam vetores viriais, com foco no zica vírus. “Os vetores virais estão sendo utilizados no combate contra o câncer. A ideia é estabelecer alguns protocolos em que o vírus que chamou tanto a atenção da comunidade científica por conta do surto de microcefalia no ano de 2015, mas que com adaptações seria possível direcionar o zica vírus contra casos de câncer no sistema nervoso central”, explicou. O acadêmico ressaltou ainda a preocupação da comunidade científica em desenvolver estratégias de ataque para manejar quadros clínicos de pacientes com câncer.

Também aluno do curso de medicina do Ceuma, o acadêmico Matheus Pereira Brito, apresentou trabalho sobre as infecções virais como fator de risco no surgimento de diabetes mellitus tipo 1. O acadêmico ressaltou os benefícios para a comunidade. “A pesquisa vai beneficiar a comunidade de duas formas, se o profissional médico tiver contato com o paciente que tem histórico familiar diabetes de mellitus tipo 1 e tem probabilidade de manifestar a doença, ele pode fazer um prevenção, indicar cuidados que o paciente deve ter pra não adquirir doenças que envolvam estes vírus. A outra forma é que o paciente se deparar com os pacientes principalmente crianças e adolescentes que foram expostas a estes determinados tipos de vírus, e apresentam os sintomas respectivos da diabetes para que eles tenham um diagnóstico mais direcionado, para que eles tenham uma maior certeza que foi a diabetes manifestada pela infecção viral”, finalizou o estudante.

 

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