Aumenta o número de afogamento entre crianças no Maranhão

Segundo o Corpo de Bombeiros, só em 2019 já foram registrados nove casos de crianças que morreram afogadas no estado.

Texto: G1 MA.

O número de afogamento entre crianças aumentou neste ano no Maranhão. Segundo o Corpo de Bombeiros, só em 2019 já foram registrados nove casos de crianças que morreram afogadas no estado.

De acordo com a comandante da 9ª Companhia de Bombeiros Militar de Santa Inês, Erika Lindoso, a maioria dos casos de afogamento ocorreram em virtude de algum descuido dos responsáveis.

“A gente clama para que os pais prestem atenção nessas crianças, não as deixem sozinha, principalmente no rio. Qualquer minuto que você para de olhar, essa criança some e pode ocorrer o pior”, explicou a comandante.

Entre os nove casos, dois foram registrados em Santa Inês, a 250 km de São Luís. Ana Júlia Leal, de apenas um ano e oito meses, e Evelin Macedo Ramos, de dois, se afogaram em piscinas. Segundo o Corpo de Bombeiros, o afogamento em piscina ocorre em questão de segundos e as medidas de segurança devem ser adotadas para evitar acidentes e até mortes.

Se tratando de rios e lagos a conclusão é de que o descuido é ainda maior. No Rio Pindaré, por exemplo, é comum ver crianças sendo transportadas em canoas, lanchas e outras embarcações sem nenhum equipamento de segurança.

Outro caso que também chamou a atenção aconteceu em Viana, na região da Baixada Maranhense, onde as irmãs Maria Fernanda Costa, de dois anos, e Maria Eduarda Costa, de seis meses, morreram afogadas no lago quando iam para casa. Na ocasião, elas estavam acompanhadas dos pais e a canoa em que a família estava foi atingida por uma tempestade.

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