Maranhão tem maior taxa de trabalhadores sem carteira assinada do país, diz IBGE

Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que também revelou 33,2% dos maranhenses trabalhando por conta própria.

Texto: G1 MA

No quarto trimestre de 2018, o Maranhão obteve o menor percentual de empregados com carteira assinada do país, com 50,6%. A maior taxa foi a de Santa Catarina (86,8%). Em todo o país, 74,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,3% no terceiro trimestre de 2017.

Os dados foram divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo tempo, o Maranhão também obteve o terceiro maior percentual de pessoas trabalhando por conta própria, com 33,2%, atrás apenas do Amazonas (34%) e do Pará (35,1%).

Variação do desemprego

De 2017 para 2018, o desemprego caiu em 18 unidades da federação, mas aumentou no Maranhão e em mais seis estados. A maior queda ocorreu no Amazonas, de 15,7% para 13,9% na taxa de desemprego. Nos sete estados em que houve aumento, as taxas também foram as maiores da série histórica, iniciada em 2012.

  • Amapá: De 17,8% em 2017 para 20,2% em 2018
  • Alagoas: De 16,7% em 2017 para 17% em 2018
  • Sergipe: De 14,3% em 2017 para 16,6% em 2018
  • Rio de Janeiro: De 14,9% em 2017 para 15% em 2018
  • Maranhão: De 14,3% em 2017 para 14,4% em 2018
  • Roraima: De 9,9% em 2017 para 12,3% em 2018

Desalentados

No quarto trimestre de 2018, o Maranhão também teve a segunda maior taxa do país no número de desalentados – aqueles que desistiram de procurar emprego – com 512 mil pessoas, atrás apenas da Bahia, com 804 mil. Em todo o país, o contingente foi de 4,70 milhões de desalentados de 14 anos ou mais de idade.

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